Etapa 1: Bom, na versão anterior, simplesmente não explorei muito as aberturas internas da peça, no caso, os cheios e vazios.
Etapa 2: Nesta etapa, era necessária a modificação do sólido acima, deformando-o, sem contudo perder a memória da estrutura inicial. Nessa também eu não havia explorado o suficiente.
Etapa 3:Esta era a etapa da composição do sólido, com a base, a estrutura móvel e a pilastra. Desculpem a minha mão e o abajur que apareceram na foto.
Essas duas fotos são respectivamente o bloco que atravessará a pilastra que está anexada à base.


Nessas duas, pus o bloco bem embaixo. Fazendo isso, dei à ele uma estabilidade, porém monotonia. Se isso fosse um edifícil real, ele não causaria emoção em relação às pessoas que passarm por ele.
Nessas, subi um pouco o bloco. Já provocou um sentimento diferente. Apesar de permanecer basicamente estável, esse grande volume em comparação com a finura da pilastra, é angustiante.


Subi mais um pouco o bloco nessas duas seguintes, e apesar de ter revelado mais a estrutura da pilastra, aparenta ser mais bonita.


Nessas duas, mesmo tendo o bloco ter dado uma boa subida, é bem definido o peso e a brutalidade da estrutura.


Nessas duas, o bloco se encontra bem acima do solo e quase no fim da pilastra. Isso causa um certo desconforto. Aparenta mais que as fotos anteriores, que o peso é muito para a pilastra alguentar e além disso, a brutalidade é bem mais acentuada.
Aqui, eu alterei a posição da base, o que fez mais alterações na estrutura.
Nestas fotos, o bloco funciona como base, o que dá um outro aspecto diferenciado para o sólido. É monótono, mas também é totalmente estável. O teto (a ex-base) tira um pouco da monotonia que foi abordade em algumas fotos atrás.


Neste caso, eu subi todo o possivel do bloco, reduzindo drásticamente a área que tem contato com o solo e que sustenta toda a estrutura. Isso causa apreensão, devido ao medo da estrutura conseguir ser auto suportar.
A partir de agora, eu girei o bloco 180º verticalmente, dando também uma outra perspectiva sobre a obra.
Nessas, vemos o bloco quase encostando na base superior, o que aumenta o desconforto. Pela base que está em contato com o solo, e o volume e peso que estão bastante afastados do chão e vulneráveis para cair.
Nesta, encostei o bloco no chão. O que dá a diferença nessa foto, é uma base com poucos contatos no solo, e um teto com dimensoes maiores que o proposto pela sequência proposta pela pilastra.
A partir dessa, pus a base verde novamente em seu lugar com o bloco ainda invertido 180º na vertical.
E nessa última, o total equilíbrio. Ela não é muito monótona, devido às mini torres que existem no bloco, que fazem com que a parte inferior da estrutura tenha um formato diferente do padrão.
Parti desse sólido inicial, com a intenção de transformá-lo em um prédio de formato diferente, porém, viável e concreto arquitetonicamente. Não sei como explicar o passo a passo da transformação. As fotos demonstram bem ele.





























Nenhum comentário:
Postar um comentário